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Marinha do Irã diz que ataques contra navios iranianos terão resposta 'pesada'

EUA atacam petroleiros do Irã e militares iranianos disparam contra os Emirados Árabes O Irã afirmou neste sábado (9) que ataques contra embarcações irani...

Marinha do Irã diz que ataques contra navios iranianos terão resposta 'pesada'
Marinha do Irã diz que ataques contra navios iranianos terão resposta 'pesada' (Foto: Reprodução)

EUA atacam petroleiros do Irã e militares iranianos disparam contra os Emirados Árabes O Irã afirmou neste sábado (9) que ataques contra embarcações iranianas terão uma resposta "pesada", segundo comunicado publicado na conta oficial do X da Marinha iraniana. “Alerta! Qualquer ataque contra navios petroleiros e comerciais da República Islâmica do Irã resultará em um pesado ataque contra um dos centros americanos na região e contra embarcações inimigas", diz o comunicado. A declaração vem após os Estados Unidos atacarem dois petroleiros iranianos nesta sexta-feira (8), em meio ao cessar-fogo que mantêm com o país. As Forças Armadas americanas afirmaram que os novos bombardeios atingiram petroleiros vazios que tentavam furar o bloqueio naval dos navios norte-americanos na entrada do Estreito de Ormuz. ➡️ Na quinta-feira (7), o Irã disse que os EUA atacaram um petroleiro iraniano e outro navio de Teerã que se aproximava do Estreito de Ormuz, além de bombardear áreas costeiras civis do território iraniano. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a ação não violava o cessar-fogo e minimizou a ofensiva ao chamá-la de "tapinha". Na sexta-feira, o chanceler iraniano, Abbas Aragchi, disse que seu país "não se curvará à pressão" e reclamou de ofensivas dos EUA durante negociações. Ele acusou Washington de estar fazendo uma "aventura militar irresponsável". "Toda vez que uma solução diplomática está sobre a mesa, os EUA optam por uma aventura militar irresponsável", declarou Aragchi, que disse ainda que seu país aumentou o estoque de mísseis e de capacidade de lançamento ao longo da guerra com os EUA. "Nosso estoque de mísseis e capacidade de lançamento estão em 120%, na comparação com 28 de fevereiro (quando o conflito iniciou)".